Plymouth Barracuda 1972

23 08 2012

Plymouth Cuda 1972: Fim de festa para a Chrysler.

Ao contrário do Pontiac Tran-Am/Formula que manteve uma performance digna até 1974, os pôneis das divisões Chrysler; Dodge Challenger e Plymouth Barracuda experimentaram uma queda abrupta de desempenho a partir de 1972, com a extinção de todas as opções big-block (383, 440 e Hemi) ficando apenas com o 340 como motor ‘top’ com 245cv, logo depois, a cilindrada cúbica subiria para 360 em 1974. Segue abaixo o teste da Car & Driver americana do Plymouth Barracuda de 1972 o que viria a ser o ínicio do fim para esses fantásticos exemplares da Mopar.

Motor: 

8 cilindros em V, 5.5 litros.
Potência: 245cv @ 4800rpm
Torque: 42kgfm@ 3600rpm
Potência específica 43cv/litro.

Dimensões e Peso:

Comprimento: 4,73m
Largura: 1,90m
Entre-eixos: 2,74m
Peso: 1596kg

Desempenho:

0 a 100km/h: 6.9s
0 a 160km/h: 19.5s
0 a 400m: 15.5s @ 146,7km/h
Velocidade Máxima: 201,1 km/h

Fabricante:

Divisão Chrysler-Plymouth, Detroit – MI, Estados Unidos

Preço em 1972:  US$ 3937.39

Fonte: Livro Car and Driver, American Road Warrior (Classic Muscle Cars)

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Por Emerson Martínez

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Salão do Automóvel 2010

11 11 2010
Nunca na história desse país se vendeu tanto carro…

Venha você de carro ou metrô até o salão do automóvel, não importa, não há como não sentir aquela ‘depressãozinha’ pós-evento. Não só pelas máquinas mais desejadas ou pela beleza das modelos, mas também em algumas versões e opções que as montadoras expõem no salão, e que nunca de fato vemos no mercado. Chamou a atenção a invasão chinesa com 8 estandes, um país que até pouco mais de duas décadas não tinha uma produção automotiva de massa. As atenções estão voltadas agora para a penetração desses modelos no mercado brasileiro, principalmente em questões como qualidade de construção e segurança, se bem que nesse campo os automóveis brasileiros não são muito melhores…

Destacamos alguns modelos, mas de antemão aviso que aqui vocês não irão ver em destaque muitos supercarros que chamam mais atenção pelo preço do que pela performance, nem carrinhos esquizóides, ecochatos, e veículos igualmente mediocres e que geralmente são os preferidos por gente muito leiga e /ou “prática”.
 
 
Audi RS6 Avant
 
Um segmento praticamente extinto no Brasil, mas ainda com muita força na Europa, as Station Wagons, ou simplesmente peruas, que aqui foram aniquiladas por essa coisa alta, estreita e amorfa chamada monovolume. Em mercados mais evoluídos como a Alemanha, elas não só seguem firme, como também ganham opções de sonho, que pouco se fodem lixam para as emissões da Controlar ou para as leis de mercado. A Audi queria construir a perua mais veloz do mundo e conseguiu. São 500 unidades da RS6 Avant, cada uma com tração integral e 580cv, 2 toneladas de requinte, tecnologia e muito espaço interno para toda a familia, se você teve a péssima “Idea” de adquirir essas torradeiras com rodas, se corte agora com o melhor de Ingolstadt…
Audi Avant RS6: Muita potência e agressividade contra os que querem matar as peruas.

Essa perua nenhum monovolume tira da pista...

Audi RS5
 
Outro segmento morto no Brasil, cupês médio-grandes, e este outro modelo Audi, praticamente explodiu todas as cabeças cheias de confetes dos donos de Corolla, senão vejamos: ele é grande (4,65m), potente (450cv), vermelho (esta opção não existe na palheta de cores nos cérebros de muitos), e belo (virtude que é a principal causa de desvalorização no mercado nacional). Se a frota prateada de nosso trânsito cansa a beleza, o RS5 nos enche os olhos, é na minha modesta opinião o cupê mais belo do mundo em produção.

Audi RS5: Se você acha que Corolla é carro e que carro é investimento evite olhar para esse Audi.

A paixão tem número: 450cv...

 
 
Dodge Challenger Hemi  SRT
 
Ah malandro! Eu achei que a única oportunidade que eu teria para entrar em um muscle-car, e sentir o cheiro de 0km seria voltando no tempo. Mas depois de um hiato de 30 anos eu sentei no banco do motorista de um modelo Dodge, a última vez havia sido em 1980 quando eu com apenas 6 anos viajei em um Dodge Dart com meu avô e seu amigo até Indaiatuba. Só faltou eu guiar esse belo Challenger até lá também. A primeira coisa que chama atenção é o tamanho, são 5,02m contra 4,85 do antigo. O novo modelo também é mais alto, mas o espaço no banco de trás, assim como o antigo é limitado. Outra coisa em comum com o clássico é a potência (425cv) mas com um motor menor (6.1 litros) menos 900 cm³, ou menos um  cortador de grama   Celta embaixo do capô.

Mopar or your car....

"Vestindo" o Dodjão

Quisera eu ser o Kowalsky e arrancar com esse Muscle do salão...

 

Emerson Martinez

 





Monteverdi Hai 450 SS 1970

30 06 2010

Monteverdi HAI 450 SS: Mopar Suiço?

Nada de esteriótipos contra os suiços, nada de queijos, chocolates, relógios, paraísos fiscais, neutralidade diplomática ou ferrolhos futebolísticos. Hoje vamos falar de um supercarro clássico e de quebra, com alma Mopar. Peter Monteverdi (1934-1998) era um piloto de modelos Ferrari e concessionário BMW, que em 1951 resolveu fabricar seus próprios esportivos e botar sua pequena Suiça no mapa da velocidade.

Somente nos anos 60, Monteverdi ganharia notoriedade, apresentando mais precisamente em 1967 o modelo High Speed 375S. A nomenclatura numérica diz respeito a potência do motor, sempre nos carros Monteverdi da montadora Chrysler. O propulsor do modelo High Speed era o 440 (7,2 litros) originalmente de Muscle Cars como o Dodge Charger R/T.

Suas linhas são muito parecidas com as do Renault Alpine A310

No HAI SS 450 você está bem acompanhado de um imenso motor Hemi.

Apesar da motorização Mopar, os Monteverdi não eram baratos e populares como os Muscle Cars, eram supercarros exclusivos e caros, sua produção era baixa, e suas carrocerias eram desenhadas pelo estúdio Fissore. Após o lançamento do 375S, Monteverdi apresentou no Salão de Genebra de 1970 o Hai 450 SS, um super esportivo com motor Hemi com mais de 450cv. O ex-revendedor e piloto Peter Monteverdi não precisaria  mais importar da Itália, ou Alemanha um esportivo que chegassse aos 300km/h.

O nome Hai significa tubarão em alemão, e muito tem a ver com suas linhas esguias, além da semelhança com o esportivo francês Renault Alpine A310. Inicialmente pretendia-se construir 49 unidades, mas a Monteverdi ficou em apenas dois protótipos, posteriormente mais duas réplicas foram adicionadas ao Museu da Monteverdi. A marca encerrou suas atividades em 1984.

A promessa de um supercarro suiço que durou pouco...

Todos os modelos esportivos Monteverdi tinham um rival em particular o Jensen Interceptor britânico que coincidentemente utilizava motorização Chrysler. Nas pistas a Monteverdi ingressou na Fórmula 1 em 1990, mas sem sucesso, concluindo apenas 10 das 16 provas. A marca tentou também voltar com a produção automobilística em 1992, com o modelo Hai 650 F1. Mas o modelo não agradou, e seus protótipos assim como o 450, foram parar no museu da Monteverdi nas antigas instalações da fábrica, na Basiléia.

Fabricante: Monteverdi Automotive – Binningen, Basiléia – Suiça

  • Motor: 7.0 litros, 8 cilindros em V
  • Potência:  456cv @ 5000rpm
  • Torque:  69 mkgf @ 3000rpm
  • Câmbio: Manual de 5 marchas
  • Comprimento: 4,34m
  • Largura: 1,78m
  • Altura: 1,02m
  • Peso: 1247kg
  • 0-100km/h: 4.9s
  • Velocidade Máxima: 300km/h

Fonte dados técnicos: Fabricante

Autor: Emerson Martinez

 

 





Inventário Mopar Muscle

8 04 2010

Road Runner 440 Six Pack 1969 - Impecável 41 anos depois.

Best of car automotive é um showroom localizado em Ohio, e tem alguns dos Muscles mais impecáveis e conservados já vistos. Como por exemplo, um Road Runner 440 Six Pack modelo número 1 produzido. Os outros modelos postados em video aqui são um Super Bee 1969, um Challenger Hemi R/T 1970, e outro Challenger 70 Hemi versão R/T SE.

Fica combinado assim, eles giram no pedestal e você ai fica babando e sonhando, confira mais raridades deste incrível inventário no site www.bestofshowautomotive.com

-Emerson Martinez