A Fénix!

22 08 2012

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Pedimos desculpas aos que acompanhavam nosso blog, vamos voltar de forma definitiva após quase 2 anos! É o corre-corre da vida, mas enfim quem curte automóveis esportivos, luxuosos antigos e as grandes marcas mundiais sempre será bem-vindo aqui e encontrará sempre coisas interessantes. Obrigado à todos e nos vemos amanhã!





O Vigilante Rodoviário

27 07 2010

Carlos e Lobo: Primeiros heróis nacionais da TV

Quando a televisão brasileira tinha um pouco mais de uma década de existência, eram exibidas séries de super-heróis que hoje são ícones clássicos tais como Roy Rogers ou o nipônico National Kid. Porém nenhum destes um herói brasileiro, até que para preencher esta lacuna o cineasta Ary Fernandes idealiza, produz e dirige a série Vigilante Rodoviário, fruto de sua admiração pela Policia Rodoviária Federal.

Veículada semanalmente nas noites de quarta-feira  pela TV Tupi depois do Repórter Esso, a série estreiou em Janeiro de 1962 com duração de 22 minutos descontados os “reclames”, e realizada pela produtora Procitel que ainda hoje detêm os direitos autorais do seriado. No total foram produzidos 38 episódios com os mesmos personagens: O tenente Carlos (Carlos Miranda) o cão policial Lobo (nome real King) e o garoto Tuca (Reginaldo Vieira) houve também participações de atores até hoje conhecidos como o veterano Milton Gonçalves.

Carlos Miranda e Lobo (King) em um momento de descontração na pausa das filmagens.

Vigilante Carlos e o garoto Tuca (Reginaldo Vieira)

O Vigilante Rodoviário foi um grande marco para a cinematografia brasileira, já que foi o primeira série de TV da América Latina e a quarta em todo mundo filmada em película e com cenas externas. Todos os episódios tinham o mesmo roteiro básico “mocinho contra bandido” com lições de retidão e heroísmo ao final de cada história, estilo tipico das séries estrangeiras daquela época.

Pode-se dizer que O Vigilante Rodoviário era uma série policial, no entanto não havia cenas fortes de violência, apenas luta corporal entre o Vigilante Carlos e os vilões, ou ataques de Lobo que ao seu modo também lutava contra o banditismo. Assim sendo a série tinha um conteúdo perfeitamente adequado ao público infanto-juvenil.

A primeira série da América Latina e a quarta do mundo filmada em película.

Uma das viaturas da série: um Simca Chambord 1959

O seriado foi exibido durante todo o ano de 1962, e reexibido em 1967 ainda pela TV Tupi, e depois nos anos 70 já pela Rede Globo. Nos moldes atuais de veiculação de séries podemos dizer que o Vigilante Rodoviário teve apenas uma temporada. Apesar do sucesso de público, dos inúmeros prêmios e do patrocínio de empresas como a Nestlé, a produção teve problemas financeiros para seguir adiante. O próprio Carlos Miranda em entrevista, poucos anos depois do término de Vigilante Rodoviário, disse que ganhava o suficiente apenas para pagar as contas e que nunca ficou rico apesar da fama.

O Vigilante Rodoviário de 1978

Ary Fernandes anos depois tentou reviver o legado do Vigilante Rodoviário. Em 1978 com o apoio da hoje extinta Embrafilme, rodou um longa que serviria de piloto para a nova série, 16 anos depois e com elenco totalmente renovado. Para o papel do Vigilante Carlos foi escolhido o ator Antônio Fonzar, conhecido na época por papéis de ‘galã’.

Esta produção teve grande colaboração da Polícia Militar, no papel de Lobo por exemplo, foram designados três pastores alemães treinados da PM, os cães; Lobo, Dom e Elke. O comando da PM também forneceu apoio logistico e treino de abordagem e combate para o ator principal.

O Vigilante de 1978: Antônio Fonzar no Papel de Carlos e um Pastor da PM 'interpretando' Lobo.

Para esta nova produção o Vigilante Carlos ganhou também uma nova viatura, um Dodge Dart sedã, muito embora os veículos das Polícias Rodoviárias Estaduais e Federal  da época fossem na verdade Fuscas e Caravans. Segundo Vania da Procitel o Dart viatura foi posteriormente dado por Ary Fernandes a um amigo dentista, mas o carro não existe mais há anos. A locação do filme se deu na cidade de Atibaia que fica a 60km de São Paulo.

A intenção de Ary Fernandes, era a de trazer mais qualidade em termos de argumento para o cinema nacional daqueles tempos dominados pelo gênero pornô-chanchada. O produtor teve aprovação prévia dos orgãos censores da ditadura brasileira, como de praxe, para poder realizar este filme. Infelizmente porém, o então novo Vigilante não saiu do filme inicial, devido a problemas enfrentados pela Embrafilme. A cópia original deste filme nunca foi exibida para o grande público e hoje se encontra guardada no acervo da Cinemateca do Estado de São Paulo.

Infelizmente o "novo" Vigilante não saiu do piloto nunca exibido.

Sobre o Simca Chambord

O Vigilante Rodoviário utilizou algumas viaturas, na série dos anos 60 foram três: Um Ford 1949 (usado em apenas 3 episódios), uma moto Harley-Davidson 1952 (que aparece na maioria das histórias), e a mais famosa, um Simca Chambord 1959. Assim como o Dart do filme de 1978, o Simca Chambord da série de TV não era o verdadeiro carro de trabalho da Polícia Rodoviária.

O Simca Chambord é de origem francesa, mas que também passou a ser fabricado no Brasil, o Chambord 1959 foi o primeiro carro nacional de grande porte, a sua escolha para a série talvez tenha sido para dar a produção um ar “americanizado” embora sua origem seja europeia o Chambord tinha os famosos rabos-de-peixe, recurso de estilo tipico dos carrões americanos.

O Simca do Vigilante Carlos.

Chambord: São apenas 85cv (SAE) para empurrar quase 5m de carroceria.

Embora belo, o Chambord não tinha um desempenho que o qualificasse para a policia rodoviária. Seu motor V8 europeu de 2.4 litros rendia apenas 85cv (norma SAE) pouco para locomover seus 4,80 metros de comprimento e 1300kg. De fato sua máxima não ultrapassava os 130km/h. Para a sorte do Vigilante Carlos, nenhum dos bandidos que enfrentou possuía um Chevrolet Impala com motor V8 small-block. Carro importado que era figura fácil nas grandes cidades brasileiras da época, e mais do que suficiente para deixar a viatura do nosso herói para trás.

No entanto, anos depois, o Chambord ganhou potência, 110cv na versão Tufão em 1964 e 140cv na versão Emisul lançada em 1967. Se a série tivesse sobrevivido até então, o Vigilante Carlos estaria mais bem aparelhado. Foram usados no total 5 Simcas Chambord, 2 com pintura de viatura, e outros 3 como carros de apoio e carros dos bandidos, apoós a série os cinco veículos foram devolvidos a fábrica pois o contrato era de ‘comodato’. Não há noticias posteriores da sobrevivência, restauração e conservação destes carros. O Simca que Carlos Miranda possuí é uma réplica do original.

Carlos Miranda e o seu Chambord réplica da viatura original.

Carlos Miranda após o seriado se apaixonou pelo ofício de Policial Rodoviário, tanto que se tornou um e trabalhou na corporação até sua aposentadoria. O ex-ator e ex-policial Carlos Miranda comparece em encontros de carros antigos Brasil afora trazendo muitas recordações para as antigas gerações e fascínio para as novas, acompanhado de um pastor alemão, provavelmente de nome Lobo.

O Vigilante Hoje

Para os saudosos desta clássica série, uma boa notícia, o canal de TV a cabo, Canal Brasil está reprisando 35 dos 38 episódios produzidos (2 episódios estão parcialmente destruídos, 1 totalmente), os horários de exibição são: às segundas às 20:30h, com reapresentação terças às 15:30hs e domingos às 11:00hs. Consta ainda que o Canal Brasil finalmente exibirá o longa metragem de 1978, quem ainda tiver Videocassete e fitas VHS, ou DVD Recorder convém gravar.

As aventuras do Vigilante Carlos podem ser vistas hoje no Canal Brasil

Lista de Episódios:

-A história do Lobo
-Os cinco valentes
-O recruta
-Bola de meia
-O ventríloquo
-Extorsão
-Jogo decisivo
-Pânico no ringue
-Zuni, o potrinho
-A orquídea glacial
-Remédios falsificados
-Os romeiros
-A repórter
-Diamante Gran Mongol
-O fugitivo
-Aventura em Ouro Preto
-Chantagem
-O homem do realejo
-A eleição
-A pedreira
-O pagador
-O sósia
-Aventuras do Tuca
-O invento
-Terras de ninguém
-O rapto do Juca
-Aventura em Vila Velha
-Pombo-correio
-Ladrões de automóveis
-O suspeito
-O garimpo
-A fórmula de gás
-Café marcado
-O assalto
-O mágico
-Mapa histórico
-O mordomo
-Mistério do Embu

Prêmios:  Troféu Roquete Pinto, Sete Dias na TV e Troféu Imprensa.

Videos: A abertura da série e entrevista com o produtor Ary Fernandes e uma rápida entrevista com Carlos Miranda.

Fonte: www.vigilanterodoviario.com confira a programação da série e do longa do Vigilante Rodoviário de 78 no Canal Brasil: www.canalbrasil.globo.com

Agradecimentos: Nossos sinceros agradecimentos à Vania da produtora Procitel que há colaborado com valiosas colaborações e correções.

Texto: Emerson Martinez.





Passat Contra o Terrorismo

28 06 2010

VW Passat 2.0 TDI: Viatura blindada contra o terror.

A Ertzaintza (pronuncia-se ertchantcha) é a policia autonômica do País Basco (Euskadi), na Espanha, e foi formada pelo Lehendakari (presidente autonômico) Carlos Garaikoetxea em 1982. A Ertzaintza notabiliza-se pelo seu grande aparelhamento policial, no combate principalmente ao terrorismo doméstico do grupo separatista ETA.

Desde 1968 até o armistício temporário dos terroristas do ETA, eles assassinaram em inúmeros atentados, cerca de 900 pessoas. Embora a palavra ‘terrorismo’ tenha seu peso, os atentados do grupo em mais de 40 anos  equivalem a um trimestre de homicídios em SP. Entre as inúmeras viaturas da polícia basca destaco aqui o Volkswagen Passat TDI 2.0.

O Passat policial conta com blindagem contra possiveis ataques.

O motor 2.0 litros, turbodiesel e 136cv garantem ao Passat 2005 em “trajes civis” uma velocidade máxima de 211km/h e aceleração de 0-100km/h em 10.1 segundos. Mas é de se supor que esta versão policial seja algo mais lenta, devido ao peso de sua blindagem. A Ertzaintza tem sua sede em Vitória, seus policiais via de regra estão sempre com os rosto cobertos por questões de segurança. Em operações de maior escala contam também com Nissans Pathfinder de fabricação espanhola (as mesmas que vemos aqui no Brasil) e para patrulhas individuais motos BMW modelo R 1200 RT.

A Ertzaintza possui além de Passat blindados, Nissans Pathfinder...

...motos BMW e muitos outros veículos...

Apesar da violência urbana no País Basco ser baixa, assim como em toda Espanha, a Ertzaintza prefere prudentemente pecar pelo excesso e primar pela segurança tanto da população, quanto do seu corpo operativo. O Passat da polícia basca, embora alemão, encontra grande leque de manutenção na região. Graças ao DNA compartido com a marca espanhola Seat e também da fábrica Volkswagen localizada em Pamplona, Navarra fabricante do Polo europeu.

Para manter as ruas seguras o Passat tem entre muitas qualidades, fácil manutenção.

Na chefatura, pronto para a patrulha.

Embora o País Basco seja a região mais rica da Espanha com uma renda per capita de US$ 43.500, não há em todo país de Cervantes grandes distorções econômicas ou sociais como observamos entre as regiões brasileiras.

Fica dificil então entender o porque da precária condição material que trabalham as policias das duas cidades mais ricas do Brasil (SP e RJ) onde há um número bem maior de ocorrências, situações de maior risco e elevados indices de criminalidade, a bordo de pobres Golzinhos e Corsinhas.

Dizem que a necessidade faz o ladrão, mas aqui infelizmente não faz a polícia.

-Emerson Martinez

 





Policial Matador

1 06 2010

AMC Matador: Caçando os 'Bad Guys' a 200km/h

Quem tem seus 30 e muitos anos de idade (como eu) e até mais, já deve ter visto inúmeras viaturas policiais ‘alvi-negras’ em séries de TV e filmes. Naquela época nos EUA carro de polícia tinha que ser Full-Size (mais de 5,08m) de comprimento, um motor Big Block (maior que 5,7 litros) e não menos importante, tração traseira.

O Matador sedã era a típica viatura policial, era até um full-size “pequeno” para os padrões americanos daqueles tempos (5,23m) enquanto que imensos Chryslers sedãs estavam quase batendo nos 6m. O modelo da extinta American Motors, tinha uma configuração compacta e ágil para o patrulhamento urbano, e departamentos de polícia como o de Los Angeles, não se furtaram em adquirir seus ‘Matadores’ na luta contra o crime.

O Matador em traje civil...

Reestilização em 1973: Pesados parachoques em nome da segurança (ou da feiúra)

A fábrica de Kenosha, Winsconsin oferecia para seus carros policiais um Big Block de 401 polegadas cúbicas (6,6 litros) e 330hp (335cv) que garantia uma aceleração de 0 a 100km/h em menos de 7 segundos, e uma velocidade máxima de 201 km/h. Você se for velho o bastante, pode se lembrar desta performance em séries como Os Gatões, e filmes como Comboio. Só que nestas produções, o Matador é vilão e quase sempre termina a história severamente avariado.

O seriado que zelou pelo seu bom nome foi Adam-12 interpretado pelos atores Martin Milner (Pete Malloy) e Kent McCord (William “Mac” MacDonald). O Matador 1972 esteve nas duas últimas temporadas do programa (1974-75) que já havia utilizado os Plymouths Belvedere e Satellite, todas viaturas idênticas as usadas pela polícia de Los Angeles (LAPD) na vida real.

Para Servir, Proteger e Entreter...

Adam-12: Kent McCord (esq) e Martin Milner segurando um belo iPhone

São 335cv à serviço da comunidade...

Barca "pequena" para os antigos padrões yankees...

Em 1973 o Matador perdeu parte do ‘charme’ com os imensos e pesados parachoques exigidos pelas leis de trânsito americanas. O sedã seguiu em produção até 1978, os grandes departamentos de polícia americanos renovam com frequência sua frota de veículos. Porém pequenos condados de cidades do interior dos Estados Unidos seguiram utilizando o Matador até metade dos anos 80, o que quase coincide com a morte da sua montadora. A American Motors encerrou suas atividades em 1987.

Uma curiosidade: O carro que Michael Jackson destrói no final do clipe Black or White, é um Matador 1972. A cena em que Mike detona o carro e dança sobre ele causou “polêmica”, como todos sabem, e foi logo depois cortada do video oficial. Michael  havia justificado o ‘vandalismo’ como um desabafo contra o racismo. Seria uma indireta do cantor também contra a  violência policial, já que o carro era um dos ícones da corporação de Los Angeles e que na época enfrentava inúmeros casos de abusos?

Michael Jackson reaproveitou esse carro colocando-o no palco da sua turnê do álbum Black or White.  O carro do video estava um pouco amassado e tinha grafites com mensagens de paz. Confira no Youtube a cena cortada onde Michael destrói, ou melhor termina de destruir um destituído Matador.

www.youtube.com/watch?v=niQJtZGTD8A

-Emerson Martinez

 





Rota 666

26 05 2010

Chevrolet Veraneio: Terror em forma de "SUV"

Em um blog de carros esportivos não poderia faltar os veículos que os perseguem (ou tentam). Na seção ‘Viaturas Policiais’ mostaremos algumas viaturas de hoje e de ontem, velozes ou não, conhecendo melhor o “inimigo” talvez você se convença a tirar o pé do acelerador ou pisar mais fundo. Dependendo do tamanho da sua coragem e/ou do seu motor.

A primeira viatura, não poderia ser outra senão a Veraneio, conhecida no Brasil também como “Camburão”, a mais famosa e temida era a da Rota (Ronda Ostensiva Tobias de Aguiar), uma divisão da Polícia Militar de São Paulo criada em 1970 para combater as guerrilhas de esquerda, na época do golpe militar.  Foi idealizada pelo então prefeito Paulo Maluf, e depois do fim da luta armada foi mantida como um dos braços da corporação de segurança pública.

A Veraneio é lenta, mas isso não quer dizer que você vai conseguir fugir.

Essa Rota não é brinquedo...

A segunda versão: Veraneio (ou D-20) era uma versão brasileira da Surburban e ainda maior que o antigo Camburão - 5,34m

São 5,16m de comprimento e duas toneladas de lata cinzenta que se movem como um hipopótamo num lamaçal. Seus números exatos são algo em torno de 144km/h de velocidade máxima, 0 a 100km/h (pegue um travesseiro) em 20 segundos, seu motor é um 6 cilindors em linha, 4.3 litros, e 151cv que suam muito para tirar da inércia os 2000kg da criança…
 

Ok, a Veraneio não é um Lamborghini Murciélago, mas seu tamanho e principalmente a reputação no minimo polêmica de seus ocupantes desanimavam os mais apressadinhos em fugir. A Veraneio de carroceria antiga foi fabricada até 1990 já sob encomenda pela GM para orgão públicos como a polícia (O veículo também foi muito usado como ambulância). Ao passo que a nova Veraneio já era produzida, também denominada de D-20, era na verdade uma versão abrasileirada da antiga Chevrolet Suburban americana.

A Veraneio da Polícia Militar de SP: Quem se lembra dos temidos camburões rubro-negros?

As atuais Chevrolet Blazer, menores e mais velozes...

Hoje a Rota se utiliza das Chevrolet Blazers, modelo que é mais compacto e mais rápido, principalmente se forem as antigas Blazer 4.3 V6. Mas quando se fala em ‘Camburão’, ‘Rota’, ou ‘Viatura’ a primeira figura que vem a cabeça é sempre do imenso Chevrolet zigue-zagueando, e policiais pendurados nas janelas, com meio corpo pra fora muito bem armados. Imagine mas nunca esteja de fato nesta situação.

-Emerson Martinez