Nota Triste

3 09 2010

Faleceu Ary Fernandes, criador e diretor na inovadora série O Vigilante Rodoviário.

Faleceu no último dia 29/8 Ary Fernandes, idealizador e diretor da clássica série policial O Vigilante Rodoviário. Postamos um mês antes (27/7) um texto sobre a produção na seção “Viaturas Policiais”.  Ary Fernandes foi diretor de 231 propagandas de TV , também era ator e trabalhou em outra série nacional clássica chamada “Águias de Aço, interpretando o personagem capitão César. Em 1967 fundou a produtora Procitel que viria a deter os direitos sobre O Vigilante Rodoviário. Ary Fernandes tinha 79 anos.

Nossos sentimentos a Familia de Ary Fernandes, seus amigos e em especial a Vânia que nos ajudou com preciosas informações sobre a série.

Emerson Martinez





Renovação da Frota, Mais um Engodo…

14 08 2010
A linha VW de outros tempos e a chatice prateada de hoje em dia…

Como se não bastasse a obrigatoriedade da inspeção veicular, outro fantasma ronda os proprietários de carros antigos; a renovação da frota como medida “ambiental”  e de “segurança viária.” Como se o uso mais inteligente e racional do automóvel, a manutenção independente do tempo de uso, e a educação para o trânsito não fossem tópicos inerentes e até mais importantes para a compreensão destes problemas. A idéia é simplesmente transformar factóides em legislação com medidas superficiais e verticalizadas e ainda com o viés arrecadatório como pano de fundo.

Administratores, “especialistas” do sistema viário, urbanistas, ‘ecochatos’ e ‘burrocratas’ em geral que apoiam essa medida, não sabem (ou fingem não saber) sobre os inúmeros impactos ambientais que envolvem a fabricação de um único automóvel atualmente. Fomentar a compra de um automóvel zero Km, com o sucateamento de outro usado ou antigo, muitas vezes ainda em condições de reparo e uso, é uma medida tão estéril para desafogar o trânsito e melhorar a qualidade do ar, quanto a construção de pontes e viadutos ao invés de se investir no transporte de massa. Ou a adoção deste “meio-rodizio” cuja brecha dos horários de implantação, não remove os carros das ruas, pois os mesmos ficam guardados em estacionamentos, enquanto seus donos aguardam a expiração do horário fazendo um happy hour em bares pela cidade. (Lei Seca? Hã?)

Uma moto pode poluir até 7X mais que um automóvel moderno.

Carros antigos, bem ou mal conservados, são minoria na frota, além disso, rodam menos, e portanto ao longo de um mês podem contaminar menos o ar do que um carro moderno, catalisado e injetado que roda todo dia. Carros  de frota, táxis, de profissionais liberais, e do funcionalismo público que geralmente são mais novos e rodam muito, poluem mais que os Mavericks do Clube do Ford V8.  Será que além da injusta inspeção imposta para veículos antigos, haverá num futuro próximo alguma taxação ou imposição legal para que seus donos se desfaçam de seu patrimônio?

Sem falar no mal uso em geral que a população faz do automóvel. Pessoas que retiram o carro da garagem para rodar 500 metros. Que não oferecem carona a um parente próximo ou vizinho para colaborar com a fluidez do tráfego. Que burlam o rodízio saindo mais cedo e voltando mais tarde para casa, ou que simplesmente compra dois ou até mesmo três carros novos ou seminovos.

E as motos? Cada vez mais numerosas e muito poluentes, se multiplicaram devido a uma linha de crédito generosa, aliada a um baixo preço, consumo de combustível e manutenção idem. No entanto poluem tanto quanto um charmoso DKW “papa-óleo”, deixando muitas tosses e algum nivel de surdez por onde passam.

Cara, Cadê Meu Esportivo?

Desfeito o argumento “ambiental”, vamos ao mercadológico. A falta de opções e variedades do parque industrial brasileiro, está “maquiado” em parte, pelas importações sem taxas do México e dos produtos argentinos via Mercosul. Mas se observarmos apenas domesticamente, chegaremos a conclusão que o salto da industria automobilística nacional foi mais quantitativo que qualitativo.

Itens de série que são oferecidos como opcionais, pouca variedade de cores, e a morte de segmentos, como o de carros esportivos, podem animar um dono de antigo a trocar de carro? Carros atuais cada vez menos completos e caros, adquiridos pela fugaz sensação de possuir um zero? Em detrimento de um carro confortável, potente e completo cuja configuração e conceito sequer é mais oferecida por um equivalente atual? Acho que não cumpadi…

Ontem e Hoje: Cada vez menos opção e emoção na hora de comprar um carro...

Para os que não abrem mão do prazer de dirigir um automóvel possante e completo em acessórios. Que não ligam para consumo porque pode bancá-lo, ou simplesmente porque não usará o carro todos os dias, para todos os lugares como se fosse uma cadeira de rodas, fica dificil de entender o porque da necessidade desta “renovação”. Impostos embutidos no preço do carro, IPVA, impostos nos combustíveis, taxas para licenciamento veicular, e agora querem dizer quando nós devemos trocar nosso prezado veículo clássico que tinindo mal passa pela injuriosa inspeção por exemplo…

E para nos oferecer o quê? Quase não há mais Station Wagons nacionais, apenas uma picape de grande porte nacional, a Ford F250, e pra finalizar apenas dois esportivos, o Honda Civic Si e o Fiat Punto T-Jet, (contra meia-dúzia que tínhamos nos anos 70, somente ficando nos de grande porte). Se você é o feliz proprietário de  uma perua, picape grande ou um esportivo relativamente antigo, não encontrará quase nada novo na industria nacional para substituir seu carro, se é que quer ou deve fazê-lo…

-Fato, para adquirir um carro  zero km com alguma qualidade e com preço quase de nacional, você terá que recorrer aos importados isentos de taxa, mexicanos e argentinos. O que derruba outro argumento favorável à renovação da frota – A geração de empregos aqui.

Ficam as questões: a renovação da frota resolverá os problemas de poluição, trânsito, segurança viária e nos dará produtos melhores através da concorrência franca fomentada pelo consumo? NÃO.

A renovação da frota, por outro lado favorecerá apenas o Estado e seu insaciável apetite arrecadatório?  Uma industria automobilística cada vez mais acomodada, seria beneficiada por nos empurrar guela abaixo seus produtos defasados, via medida compulsória? Bom, você consumidor que dê sua resposta…

Emerson Martinez





Um Chique no Chiqueiro

27 06 2010

"Lavou tá novo mate!"

Aplicação de lama na pele é um tipo tratamento de beleza, mas obviamente isto não se enquadra a esse Bentley Continental GT. Fica então a dúvida de qual seria exatamente o “tratamento” dado ao luxuoso e muito, muito caro cupê. De qualquer maneira o proprietário pode pagar uma gorda gorjeta ao sortudo serviço de lava rápido local…

Coincidência ou não, hoje a Alemanha venceu a Inglaterra (terra de origem da Bentley) por 4×1 pelas oitavas de final da Copa do Mundo, ou seja, o futebol inglês também está na lama…”sorrey…”

-Emerson Martinez





Quem te viu, quem te vê…

1 05 2010

General Motors do Brasil, 1940: Construindo sonhos iguais aos dos americanos...

“Quantidade não é sinônimo de qualidade”. Já dizia o antigo ditado, podemos acrescentar também que nem tudo evolui com o tempo. Ambos raciocínios podem ser aplicados a indústria brasileira de automóveis, que no passado procurou na medida do possivel acompanhar o que estava sendo feito na Europa e Estados Unidos. Mas hoje, em que pese o crescimento de produção e vendas, em termos qualitativos houve na verdade um declínio e um nivelamento por baixo de seus produtos.

Ouso dizer que entre os 10 maiores produtores de automóveis, o Brasil tem o pior mercado. São carros caros, supertaxados, defasados, de baixa qualidade de acabamento e com um péssimo atendimento pós venda por parte das montadoras.

Na parte que cabe ao consumidor a coisa não melhora. O brasileiro está cheio de preconceitos, só gosta de carro quatro portas e com poucas variações de cor. Quando faz uma escolha por algo mais caro compra versões pouco praticas para o trânsito como SUV’s, rejeita versões esportivas, cupês, conversíveis e station wagons.

Paga caro por opcionais, muitos dos quais deveriam inclusive ser de série, tudo isso sem ao menos questionar, e utiliza seus automóveis excessiva e erroneamente.

Mas nem sempre foi assim, antes o Brasil não achava chique ser emergente (termo politicamente correto para pobre) queríamos comprar carros pomposos, iguais aos dos enlatados da TV, ou se a opção fosse pela economia e praticidade, até mesmo estes carros estavam em sintonia com o melhor do mundo rico. Duvida? No melhor exemplo do “Antes /Depois” veja o que éramos antes e o que somos agora.

 

ANTES:

Dart GTS americano e Dart DeLuxo brasileiro.

Linha Dodge Dart – “Critique o American Way dentro deste Carro.”

Lançado no Brasil em 1969, o Dodge Dart estava só 2 anos atrasado em relação ao debut da nova geração do  Dart americano, mas o modelo nacional era idêntico ao modelo gringo deste mesmo ano de 69.

O Dart tinha um posicionamento diferente no nosso mercado. Enquanto que o carro era “compacto” nos EUA, aqui era grande e de luxo. Até ai tudo bem, porque os americanos tinham um mercado infinitamente maior de 8 milhões de automóveis, e o Brasil de apenas uns 400 mil anuais. Depois o carro no Brasil foi se defasando com apenas pequenas reestilizações, enquanto que o americano evoluiu mais. Este fenônemo verificou-se depois em muitos outros automóveis nacionais.

Na América o Dart era muito popular em vendas, aqui ele foi mais popular na boca do povo, e mesmo se relativizarmos seu alto preço e a crise energética, não podemos dizer que o grandalhão foi um fracasso. Pelo contrário, apesar de terceiro-mundistas, podíamos construir um carro imponente como poucos no mundo desenvolvido.

Maverick Grabber americano e Maverick GT brasileiro.

Ford Maverick: “Bacon canadense Tupiniquin”

Chamado equivocadamente  (ou nem tanto) pelos brasileiros de “canadense”, o Maverick tardou preciosos 4 anos até passar a ser fabricado no Brasil. Chegou em 1973, no final da festa do petróleo. Por irônia os americanos contaram justamente com isso para transformar o Maverick em um sucesso de vendas.

Na terra de Tio Sam disputou vendas até com o Fusca. Mas aqui sendo mais caro e a nossa gasolina idem, foi um triste e rotundo fracasso comercial. A Ford tomou a decisão certa em lançá-lo, mas pecou no ‘timing‘ e em colocar na versão de entrada, um canhestro e problemático motor pós-guerra de 6 cilindros.

Mas o carro conceitualmente era muito bom, e a versão 302 V8 GT, nem se fala, tinha excelente desempenho e seu tamanho médio para grande, somado a força e o torque do V8, fazia dele um vencedor de corridas em linhas retas ou circuitos. Pena que sua performance não tenha empolgado o consumidor médioe mais conservador. De qualquer forma quando se despediu em 1979, o Maverick deixou o gostinho de “quero mais”. 

Passat alemão (1978) e Passat brasileiro (1978)

Volkswagen Passat: “O Curioso Caso do Passat Nacional”

Esse chegou apenas um ano depois que na Alemanha, seu país natal. O Passat foi um marco de qualidade e tecnologia, e aos poucos foi jogando pás de cal nos velhos modelos a ar. Em 1974 a Volks brasileira passava a ter o melhor carro deste segmento de médios.

Com o passar dos anos o modelo brasileiro foi se diferenciando do alemão. Nos anos 80 , curiosamente o modelo europeu foi ficando cada vez maior, mais moderno e  jovem, e no Brasil cada vez mais envelhecido. O Passat chegou ao absurdo de conviver com o que seria sua reestilização completa na Europa, o Santana. No velho continente no entanto chamava-se Passat.

Mas o raio do carrinho era tão bom, que nem já cheio de “botox” deixou de ter charme ou mesmo tecnologia. A Volkswagen lançou versões como a esportiva chamada GTS Pointer, o famoso “Passat Iraque” para exportação ao país árabe (quando o Saddam era amigo de todo mundo) e a luxuosa versão Village entre outras…

No entanto produtos mais modernos, como o Monza, e outros ainda por vir como o Kadett, forçaram a saída do Passat em 1988, tido por muitos (e eu incluso) como o melhor Volkswagen brasileiro da história, quem discordar que prove o contrário.

Opel Commodore SW alemã e Chevrolet Caravan brasileira.

Linha Chevrolet Opala: “Cara de alemão, sotaque americano e jeitinho brasileiro.”

Desde os anos 1920, a GM brasileira montou modelos americanos em regime de CKD, importou outros, e depois com suor próprio passou a fabricar utilitários e caminhões. Mas em 1968 tudo muda. É lançado o Opala. Mas o que é o Opala? Perguntaria um marciano recém chegado a Terra e sem Google…

O Opala foi apenas uma geração do Opel Rekord/Commodore alemão (1967-1971) com face-lift e mecânica americanizados, e que se tornou o maior sucesso de vendas no segmento de carros grandes no Brasil.

Com opções esportiva, luxuosas, simplificadas, perua, 4 e 6 cilindros e o “diabo aquático” o Chevrolet germânico-paulista vendeu 1 mihão de unidades em 24 anos de produção. Em 1992 sua despedida foi até noticia do Jornal Nacional, o Cid Moreira e milhões de brasileiros se despediram do Opala com olhos marejados. Depois dele veio o Omega, e depois do Omega nada mais…

 

AGORA:

Dacia Logan romeno e Renault Logan brasileiro.

Renault Logan: “Estão sugando nosso sangue…”

O Conde Drácula não foi a única contribuição horripilante da Romênia para o mundo. A Dacia, montadora que pertence a francesa Renault, está aí para assombrar nossas noites de sono com seus carrinhos feissímos. Por aqui esse sedãzinho tá sugando o suor e o sangue de muito brasileiro que trabalha, 40 ou 44 horas semanais, para pagar caro por mais esse demônio das trevas.

Na Europa Ocidental (leia-se rica), o consumidor tem seus “dentes de alho”, para afugentar essas pragas de sedãs pequenos. Como automóvel em país decente tem preço justo, não é necessário compensar sua familia com hatch acrescido de porta-malas. Lá uma BMW série 3 ou um Audi A4 é realidade e não um sonho, ao passo que aqui o Logan é o pesadelo de um país sombrio que desaprendeu a consumir/curtir carros.

Fiat Linea turco e Fiat Linea brasileiro.

Fiat Linea: “Paixão Turca?”

Houve um tempo no qual o Império Otomano dizia ao mundo o que vestir por exemplo, mas isso faz muito tempo. Hoje a Turquía ainda engatinha no mundo automobilístico, o que podemos dizer é que nossos colegas narigudos são chegados num Fiat. Lá como aqui eles tiveram o Tempra e o Marea, mas estes dois eram sedãs eram italianos da gema, últimos do segmento de médios fabricados na ‘bota’.

Já o projeto do Linea nasceu turco, e sua abrangência mercadológica compreende países do leste europeu e emergentes. Entendo que o Linea é o caso menos grave desta nova tendência brasileira de seguir projetos do mundo em desenvolvimento. Não é um carro ruim, nem feio, mas também no Brasil não desperta a conhecida ‘paixão turca’, muitos espertos donos de Civic podem confirmar isso.

Ford Figo (Fiesta) indiano e Ford Fiesta brasileiro

Ford Fiesta: “Quem Quer Ser Um Otário?”

Para vocês verem como são as coisas…a montadora que nos anos 70, no Brasil, foi a única a oferecer dois modelos diferentes como motores V8 (Galaxie e Maverick) hoje nos traz uma porca e jejuada versão do Fiesta indiano. Enquanto europeus dirigem um carro compacto moderno, bonito e acessível, que por um mero acaso, também se chama Ford Fiesta.

O Fiesta feito na Bahia, agora é “filho de Gandhi” mas o desaforo da Ford não para por ai. Ela também irá nos trazer via importação, o Fiesta mexicano que é moderno como o europeu. Mas então porque raios já não se produz o realmente novo Fiesta aqui??? Os mexicanos são mais bonitos? Cagam cheiroso? Ou o quê? Aliás verdade seja dita, o México é o único emergente que produz carros com alguma qualidade…

O Fiesta, Figo, Jabuticaba, Ameixa (ou seja lá o que for), tá perdoado, afinal na India é isso ou viajar em trens mais lotados que a rua 25 de Março. Mas aqui quem quer ser o otário que irá pagar 1 milhão de rúpias nessa joça? Você pode pedir ajuda ligando para um amigo.

Chevrolet Sail chinês e Chevrolet Classic brasileiro.

Chevrolet Corsa Classic: “Critique o regime chinês dentro deste carro.”

No passado, nós pessoas e a imprensa especializada criticavámos as montadoras por trazerem projetos obsoletos do primeiro mundo. Pois bem agora as montadoras trazem projetos  obsoletos do terceiro mundo. Particularmente de um país que há 20 anos atrás não havia nenhum carro particular e mihões de bicicletas.

O Chevrolet Classic é obsoleto em relação ao atual Chevrolet Sail chinês? Sim senhor! Lá já mudou e aqui a GM faz seu negócio da China, e nem queira saber a quantas anda o Corsa na Europa. Os europeus são inteligentes e só trouxeram coisa boa da China, como o macarrão. O contraponto é que nenhum carro chinês é vendido no continete europeu, falta qualidade, segurança e baixos índices de emissão de poluentes.

E ao “honolável” consumidor brasileiro falta apenas fechar mais a carteira e “ablir os olhos”.

-Emerson Martinez





Eu, Caravan.D, 24 anos, trocada, destituída…

18 04 2010

"Quando eu rodava todos os caminhos tinham volta..."

“Dei os melhores anos da minha vida em troca de centenas de tanques cheios de etanol, trocas de óleo e revisões. Quando eu rodava todos os caminhos tinham volta, dentro de mim residiu alegria, amor, e tristeza. Agora no entanto, tudo acontece do lado de fora, e aqui termino a eternidadede meus dias, sem destino. Logo eu, o veículo de um sem fim de viagens, que estabeleceram elos importantes entre pessoas, memórias e lugares, permaneço hoje imóvel, inexorável, dona do meu tempo…”

“Provavelmente fui trocada por algo menor, menos oneroso, mas creio que as emoções por mim proporcionadas, as amizades e eventos que realizei com minha simples existência não tem preço. Não se pode comprar com o que se tem no fundo da carteira, com sua economia e pragmatismo, o teu sorriso refletido em minha impecável pintura de outros dias. Eu te trazia a real felicidade, e te transportava para bem distante desta tua vida atual, reta, cinza, racional e cheia de metas que não incluem você como principal objetivo.”

"...o teu sorriso refletido em minha impecável pintura de outros dias..."

“Então assim terminamos. Você agora é só mais uma engrenagem desta outra máquina que te consome. Infeliz dentro de  um arremedo de automóvel mal ajambrado sem cor, sem potência, sem alegria. E eu aqui, já quase morta, âncorada por numerosas contravenções de trânsito, destituída e aniquilada, como a testemunha única, de uma época na qual você se permitia viver.”

-Emerson Martinez





Wordmess…

29 03 2010

Sierra: Perda Total na matéria...

Wordmess pra não dizer Wordmerda mesmo, estavámos preparando um belo post sobre o Sierra Cosworth quando um bug do WordPress resolveu atacar. Ao publicar uma e outra vez o texto, imagens sumiam, a legenda da imagem desaparecida se somava a foto que ficava, o texto ficava todo bagunçado. Que pese minhas inúmeras tentativas de alinhar os parágrafos, recolocar as imagens e consertar as legendas. Mas como todo defeito, bug e demais problemas informáticos, esforços totalmente inúteis…

Ter um blog sobre automóveis para mim é um paradoxo, porque reúne de uma só vez minha grande paixão por carros e meu profundo ódio ao mundo da informática, a velha frase: Não se inventa nenhuma solução sem criar 10 outros problemas, se encaixa perfeitamente na web.

Uma pena eu estar escrevendo sobre isso ao invés do tema do blog, mas garanto que muitos que mantém um, ou apenas quer mandar um simples e-mail se identifica com isso. Bom, assim que eu reunir bastante paciência e ânimo, voltarei a postar textos a ver com nosso assunto, talvez eu reformule o modo de escrever nos textos de testes e dados sobre esportivos, tornando-os menores e mais fáceis de postar, até lá o blog fica no “cavalete”.

Se alguém acompanhava este espaço peço desculpas, com sorte logo voltaremos.

-Emerson Martinez

 

 





Subtração das Quatro Rodas.

11 03 2010

"Vão-se as rodas, ficam os discos de freio..."

Antigamente havia os românticos ‘ladrões de calotas’, quando este acessório servia para embelezar o carro, talvez hoje em dia, tempos em que calotas são itens feios que servem para tapar rodas igualmente feias, ladrões  estejam ganhando mais “expertise” e trabalhando com públicos mais seletos…

-“Pobre” dono deste Nissan GTR (Gatunos Te Roubaram) my friend…

-Emerson Martinez