A Fénix!

22 08 2012

Visite nossa fanpage de carros clássicos no Facebook!

Pessoal, é com grante satisfação que retomaremos as atividades neste blog, novas matérias, publicação de testes, e muitas novidades como por exemplo nossa fanpage no Facebook, a Word Classic Cars onde há foram postadas mais de 2000 imagens de carros clássicos do mundo inteiro, dividos por álbuns e países em imagens raras e em sua maioria grandes e/ou de alta resolução. Vão de  automóveis de grandes potências automobilístcas a até pequenas nações produtoras, entre nossas raras imagens foram publicadas muita publicidade antiga também. Vale a pena conferir, curta nossa página!

https://www.facebook.com/WorldClassicCars

Pedimos desculpas aos que acompanhavam nosso blog, vamos voltar de forma definitiva após quase 2 anos! É o corre-corre da vida, mas enfim quem curte automóveis esportivos, luxuosos antigos e as grandes marcas mundiais sempre será bem-vindo aqui e encontrará sempre coisas interessantes. Obrigado à todos e nos vemos amanhã!

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Esportivos Nacionais (Parte I)

8 09 2010
1964 Willys Interlagos

Retratos de um país que gostava de acelerar.

Postamos mais uma série de papéis de parede, agora de esportivos nacionais. Modelos que foram adaptações ou recriações de veículos estrangeiros, ou mesmo tentativas heróicas de desenvolver esportivos quase 100% brasileiros (caso de Puma, Miura, Bianco e etc). Retratos de um tempo que não volta mais, de um mercado que embora pequeno era pulsante em cores, modelos, motores e desempenho. 

Quando a fonte de alimentos destes dinossauros escasseou em 1973 (crise do petróleo) tornaram-se praticamente extintos, dando lugar a animais menores e menos famintos.  Hoje o Brasil é um mercado anual de 3,5 milhões de automóveis com apenas 2 esportivos e nenhum deles ultrapassa os 200cv. O que a antiga Chrysler nacional chamaria de “brincadeira”.

(Em breve a parte II)

Emerson Martinez

 





Renovação da Frota, Mais um Engodo…

14 08 2010
A linha VW de outros tempos e a chatice prateada de hoje em dia…

Como se não bastasse a obrigatoriedade da inspeção veicular, outro fantasma ronda os proprietários de carros antigos; a renovação da frota como medida “ambiental”  e de “segurança viária.” Como se o uso mais inteligente e racional do automóvel, a manutenção independente do tempo de uso, e a educação para o trânsito não fossem tópicos inerentes e até mais importantes para a compreensão destes problemas. A idéia é simplesmente transformar factóides em legislação com medidas superficiais e verticalizadas e ainda com o viés arrecadatório como pano de fundo.

Administratores, “especialistas” do sistema viário, urbanistas, ‘ecochatos’ e ‘burrocratas’ em geral que apoiam essa medida, não sabem (ou fingem não saber) sobre os inúmeros impactos ambientais que envolvem a fabricação de um único automóvel atualmente. Fomentar a compra de um automóvel zero Km, com o sucateamento de outro usado ou antigo, muitas vezes ainda em condições de reparo e uso, é uma medida tão estéril para desafogar o trânsito e melhorar a qualidade do ar, quanto a construção de pontes e viadutos ao invés de se investir no transporte de massa. Ou a adoção deste “meio-rodizio” cuja brecha dos horários de implantação, não remove os carros das ruas, pois os mesmos ficam guardados em estacionamentos, enquanto seus donos aguardam a expiração do horário fazendo um happy hour em bares pela cidade. (Lei Seca? Hã?)

Uma moto pode poluir até 7X mais que um automóvel moderno.

Carros antigos, bem ou mal conservados, são minoria na frota, além disso, rodam menos, e portanto ao longo de um mês podem contaminar menos o ar do que um carro moderno, catalisado e injetado que roda todo dia. Carros  de frota, táxis, de profissionais liberais, e do funcionalismo público que geralmente são mais novos e rodam muito, poluem mais que os Mavericks do Clube do Ford V8.  Será que além da injusta inspeção imposta para veículos antigos, haverá num futuro próximo alguma taxação ou imposição legal para que seus donos se desfaçam de seu patrimônio?

Sem falar no mal uso em geral que a população faz do automóvel. Pessoas que retiram o carro da garagem para rodar 500 metros. Que não oferecem carona a um parente próximo ou vizinho para colaborar com a fluidez do tráfego. Que burlam o rodízio saindo mais cedo e voltando mais tarde para casa, ou que simplesmente compra dois ou até mesmo três carros novos ou seminovos.

E as motos? Cada vez mais numerosas e muito poluentes, se multiplicaram devido a uma linha de crédito generosa, aliada a um baixo preço, consumo de combustível e manutenção idem. No entanto poluem tanto quanto um charmoso DKW “papa-óleo”, deixando muitas tosses e algum nivel de surdez por onde passam.

Cara, Cadê Meu Esportivo?

Desfeito o argumento “ambiental”, vamos ao mercadológico. A falta de opções e variedades do parque industrial brasileiro, está “maquiado” em parte, pelas importações sem taxas do México e dos produtos argentinos via Mercosul. Mas se observarmos apenas domesticamente, chegaremos a conclusão que o salto da industria automobilística nacional foi mais quantitativo que qualitativo.

Itens de série que são oferecidos como opcionais, pouca variedade de cores, e a morte de segmentos, como o de carros esportivos, podem animar um dono de antigo a trocar de carro? Carros atuais cada vez menos completos e caros, adquiridos pela fugaz sensação de possuir um zero? Em detrimento de um carro confortável, potente e completo cuja configuração e conceito sequer é mais oferecida por um equivalente atual? Acho que não cumpadi…

Ontem e Hoje: Cada vez menos opção e emoção na hora de comprar um carro...

Para os que não abrem mão do prazer de dirigir um automóvel possante e completo em acessórios. Que não ligam para consumo porque pode bancá-lo, ou simplesmente porque não usará o carro todos os dias, para todos os lugares como se fosse uma cadeira de rodas, fica dificil de entender o porque da necessidade desta “renovação”. Impostos embutidos no preço do carro, IPVA, impostos nos combustíveis, taxas para licenciamento veicular, e agora querem dizer quando nós devemos trocar nosso prezado veículo clássico que tinindo mal passa pela injuriosa inspeção por exemplo…

E para nos oferecer o quê? Quase não há mais Station Wagons nacionais, apenas uma picape de grande porte nacional, a Ford F250, e pra finalizar apenas dois esportivos, o Honda Civic Si e o Fiat Punto T-Jet, (contra meia-dúzia que tínhamos nos anos 70, somente ficando nos de grande porte). Se você é o feliz proprietário de  uma perua, picape grande ou um esportivo relativamente antigo, não encontrará quase nada novo na industria nacional para substituir seu carro, se é que quer ou deve fazê-lo…

-Fato, para adquirir um carro  zero km com alguma qualidade e com preço quase de nacional, você terá que recorrer aos importados isentos de taxa, mexicanos e argentinos. O que derruba outro argumento favorável à renovação da frota – A geração de empregos aqui.

Ficam as questões: a renovação da frota resolverá os problemas de poluição, trânsito, segurança viária e nos dará produtos melhores através da concorrência franca fomentada pelo consumo? NÃO.

A renovação da frota, por outro lado favorecerá apenas o Estado e seu insaciável apetite arrecadatório?  Uma industria automobilística cada vez mais acomodada, seria beneficiada por nos empurrar guela abaixo seus produtos defasados, via medida compulsória? Bom, você consumidor que dê sua resposta…

Emerson Martinez





Portugal vs. Brasil

25 06 2010

Portugal x Brasil: Mesma matriz, desenvolvimentos diferentes...

Na Copa de 1966, na Inglaterra, o Brasil de Pelé era atropelado por Portugal com seu fantástico “Pantera Negra” Eusébio. Os portugueses tiveram sua melhor campanha naquele mundial, mas não levaram a taça. Quatro anos depois, o Brasil tornou-se tri-campeão com a melhor seleção de futebol da história. Convenhamos, ao fim o Brasil triunfou sobre os patrícios lusos.

Mas no que tange aos automóveis, o Brasil não pratica um esporte campeão. Somos ainda um time de série B que se limita a satisfazer a demanda da torcida, mas sem dar show de bola, e que perde de goleada para o que se produz na Europa. Como constataremos neste comparativo entre dois Volkswagens, o ressuscitado hatch Scirocco da Volks europeia enfrenta  o último esportivo da Volkswagen brasileira o Golf GTI (descontinuado este ano), acho que de  novo os portugueses vencerão.

VW Scirocco TSI um "alemão" Made in Portugal.

Volkswagen Scirocco TSI, 2009:  Renascido e repaginado, o hatch compacto da Volkswagen europeia agora sai das terras lusitanas, mais precisamente da VW AutoEuropa, uma das mais modernas linhas de montagem do velho continente. O velho Scirocco foi produzido entre 1974 e 1992 e deixou vago o nicho de pequenos hatch ou mini cupê se preferir, como também havia sido outro VW do gênero o Corrado.

O Scirocco TSI foi lançado em 2008 tendo como base o conceito Iroq, desenhado por Giugiaro, o modelo TSI se utiliza de turbocompressor e rende 200cv. O pequeno esportivo luso-alemão tem muitas amenidades tecnológicas, como por exemplo, um sistema de direção eletro-mecânico que pode ser ajustado em 3 programas: Normal, Sport e Comfort. Tudo isso por módicos 23 mil euros, mas quanto custaria em Escudos? Ou melhor ainda em Reais?

Ao invés de muitos impostos, muita tecnologia...

Pise muito nos 'travões' para segurar os 200cv deste gajo o pá

Fabricante: Volkswagen AutoEuropa – Palmela, Portugal – União Europeia

  • Motor: 2.0 litros, 4 cilindros em linha, turbo
  • Potência:  200cv @ 6000rpm
  • Torque: 206lbs/ft @ 1700rpm
  • 0-100km/h: 7.2s
  • 0-400m: 15.3s
  • Velocidade Máxima: 234,9km/h

Você gostou dessa "nova" frente do Golf? Nem eu...

Volkswagen Golf GTI 2008: O Golf GTI foi certamente o VW mais veloz já produzido no Brasil, lançado primeiramente com 150cv, sua potência subiu para 180 e depois no final de sua carreira 193cv. Se a potência e o desempenho evoluíram, o mesmo não se pode dizer em inovação e design.

Enfrentando muitos concorrentes tais como: Fiat Marea Turbo, Audi A3 Turbo e por fim o moderníssimo Honda Civic SI. O Golf GTI não fez um bom papel dentro de campo, que depois da baixa receptividade da torcida,(consumidor) nas últimas temporadas, e um super inflacionado passe de 44 mil euros, acabou finalmente pendurando as chuteiras. Imagine então quantos “chuveirinhos” levaria este defasado atleta do craque Scirocco?

Um belo acabamento franciscano na cor "cinza-ratinho"

Motor de 193cv turbinado, pena que o Golf envelhecido estava incluído no pacote...

Fabricante: Volkswagen do Brasil S.A – São José dos Pinhais, PR – Brasil

  • Motor:  2.0 litros, 4 cilindros em linha, 20 válvulas
  • Potência: 193cv @ 5500rpm
  • Torque:  25,5 mkgf @ 1950rpm
  • 0-100km/h:  7.8s
  • 0-400m: 15.8s
  • Velocidade Máxima: 228, 8km/h

Fonte: Dados e imagens Golf: www.bestcars.com.br , Dados Scirocco: www.torquestats.com

Autor: Emerson Martinez





Volkswagen Fusca 1600S “Bizorrão” 1975

18 06 2010

Bizorrão 1975: Tempos em que existia até Fusca esportivo.

Nem mesmo se o tema for ‘esportividade’ o carro mais popular do mundo fica de fora. Isto graças a iniciativa da Volks brasileira em lançar no ano de 1974, o Fusca 1600S, conhecido também como Bizorrão. O Fusca era barato para qualquer público, mas a VW queria também lançar uma versão que tivesse apelo junto a juventude da época e fabricou durante apenas 2 anos a única versão esportiva do Fusca.

Diferente do modelo comum o Bizorrão tinha, a começar pelo motor, dupla carburação Solex 32, com coletores casados com cabeçotes duplos. A tampa do motor possuía uma espécie de ‘scoop‘ preto com a inscrição “1600S” que era junto com as rodas de Brasilia de 6 furos, os únicos alertas que que se trava de um Fusca diferente. Outro detalhe a se obervar é que ele tinha apenas uma saída de escape, mas ainda perservando as reentrâncias do escape duplo das versões ‘normais.’

O volante é o famoso Walrod!

Por dentro, muito mais esportividade, com mostradores pra todo lado; temperatura de óleo, amperímetro, relógio analógico, etc. A alavanca de câmbio era mais curta e o volante era da marca Walrod de menor diâmetro e de aros rebaixados. Os bancos eram mais anatômicos e podiam ser reclinados até o banco de trás.

A suspensão era rebaixada melhorando sua estabilidade, lamenta-se somente a ausência de pneus radiais, algo raro naquela época. Os pneus do Bizorrão eram diagonais de medida 175 S14.

O herdeiro Gol 1.0 leva fumo do Vovô Bizorrão

O desempenho era bom para a média dos Fuscas e até para os esportivos pequenos dos anos 70.  Seus 65cv empurram apenas 805 kg, e aceleravam o brabo Fuscão de 0 a 100km/h em 16 segundos, achou pouco? Pois o Bizorrão venceria o novo Gol 1.0 2010 em um racha, já que o moderno VW acelera até os 100km/h em 17,4 segundos. Na prova dos 1000 metros outra surra do Fuscão: 37,8 segundos contra 38,2 segundos do Gol.

Os que reclamarem uma vantagem do Fusca pelo seu motor 1.6, alerto que a potência é a mesma, 54cv. Sendo que no Fusca Bizorrão, esta potência é a líquida transmitida nas rodas. E o Gol pode ser mais pesado, mas em compensação a aerodinâmica do Fusca é muito pior (Cx – 0,48). Então o mérito é todo da esportividade do Bizorrão.

Muitos mostradores, demorou até a VW lançar um painel tão completo.

Tempos de carros coloridos, amarelo hoje só gema de ovo.

O scoop preto que diferencia o Bizorrão (Item que vale um rim no mercado de autopeças)

Propaganda que focava os jovens da época, com gírias que hoje soam um tanto geriátricas

Bizorrão e os outros modelos da linha Fusca de 1974.

O Bizorrão e os Bizorrinhos do México (Rodas modernas de Porsche reprovadas)

Em miniatura: Antes que me pergutem, não sei onde vendem...

Mesmo discreto externamente, o Bizorrão chamava a atenção na época da ditadura e de uma polícia bem repressora. De uma mera versão de fábrica o Fuscão era confundido pelos policiais com carro “envenenado”. Tal como aconteceu com o piloto Bob Sharp, que dirigindo um, tomou uma blitz e lhe custou uns bons minutos até explicar a verdadeira origem do Volks.

O Bizorrão era disponibilizado nas cores: Amarelos caiçara e imperial, branco lótus, e vermelho rubi. Prata só os parachoques e preto só o painel e os pneus, entendeu?

Embora o Fusca em seus mais de 30 anos de produção no Brasil, e mais de 3 milhões de unidades vendidas. Algumas versões são muito raras como o Fusca Pé de Boi, ou o Bizorrão, falta a VW um pouco de memória história (Cadê o Museu?) o Bizorrão foi um leve sopro de esportividade de um simpático carrinho que ensinou o Brasil a dirigir.

Agradecimentos: O blog Punta Taco agradece o Sr. Paulo, proprietário do Bizorrão amarelo 1975 das fotos, graças a simpatia e gentileza do ‘seu’ Paulo, presente em quase todos os encontros de antigos na Estação da Luz,  gravamos um vídeo onde ele explica os detalhes do seu carro. Segundo dados oficiais da VW foram fabricados 19 mil Bizorrões, mas ele afirma que foram só 4 mil. Independente dos números trata-se de um modelo hoje muito raro, e é respeitável o trabalho que o Senhor Paulo faz para perservar estes Fuscas, como ele  mesmo revelará no vídeo. Confira.

Teste na Quatro Rodas em 74

Fabricante: Volkswagen do Brasil S.A – São Bernardo do Campo, SP – Brasil

  • Motor: 1.6 litros, 4 cilindros contrapostos
  • Potência: 65cv @ 4600rpm
  • Torque:  11,7 mkgf @ 3200rpm
  • 0-100km/h: 16,5s
  • 0-120km/h: 30s
  • 0-1000m:  37,8s
  • Velocidade Máxima: 140km/h* (Dados da fábrica)

Fonte: Revista Quatro Rodas, número 171 e Revista Fusca & Cia Ano 1, número 1

Para mais Bizorrões como o Fuscão calçado com rodas Porsche e muitos outros VW’s clássicos nacionais e importados acesse: http://www.floripaboxer.com.br

Autor: Emerson Martinez

 

 





Domingo é dia de Clássico.

3 05 2010

Não se esqueçam, todo primeiro domingo do mês é dia de clássico.

Uma noite pesada de sono quase me tira de mais um encontro mensal na Estação da Luz em São Paulo, que começa logo pela manhã no primeiro domingo de cada mês.  Com pouco tempo fui direto ao ponto, registrando a presença de alguns modelos que poderiam ser relevantes para esse blog neste evento do mês de maio, dia 2.

Na praça ao lado da estação encontrei belos carros, sem falar que na praça as fotos ficam ótimas. Entre os destaques : um reluzente Camaro SS 350 de 1967 branco, um Maverick GT 1974 com vidros verdes, Mustang Coupé cor vinho 1966, e um raro Karmann Ghia alemão 1974, semelhante ao nacional, porém com parachoques maiores e em seu último ano de produção por lá. Em 74 já não se produzia esse modelo no Brasil, apenas a versão Karmann Ghia TC.

Na parte externa à praça, em frente a estação, encontramos um Corvette Stingray 1964, com escapes laterais e janela traseira unificada (lembrando que Corvette Split Window só em 63) um Mercury Cougar Eliminator 1970, Muscle Car raro até nos EUA, uma Alfa Romeo GTA 1970 (um dos meus modelos preferidos desta marca), e um foragido Bianco S, quem se lembra deste esportivo nacional que tinha mecânica VW?

Pois bem encontramos um vermelho 1978, e por fim um Fusca 1600S conhecido como “Bizorrão“. Conversei com o proprietário o atencioso senhor Paulo, dono de um modelo amarelo ano 1975. Ele possui 10 Fuscas sendo que 6 são “Bizzorões“, alguns destes em vias de restauração. Seu Paulo explicou em detalhes a história do carro, segundo ele foram produzidos apenas 5000 destes Fuscões entre os anos 1974/75 desta que foi a única versão esportiva do simpático Volks.

Eu havia inclusive filmado o Sr Paulo contando a história do carro, porém alguns motoristas de Mustangs e um imenso caminhão Kenworth, estragaram o áudio com o rugido de seus motores. Espero poder refilmar  ‘a aula’ sobre o Fuscão nos próximos encontros pois o Bizorrão está na nossa pauta aqui no Punta Taco.

Além dos esportivos, tomei a liberdade de registrar no blog alguns possantes Full-Sizes (barcas) que embora não sejam esportivos, são igualmente belos e clássicos. A lista de gigantes está composta por um Chevrolet Caprice LTZ, ano 1993, um Ford Galaxie 500 1968 nacional, e um assustador Buick Electra 225 1959.

Espero que aproveitem as fotos que são de resolução 1024, babem e até o próximo mês!

-Emerson Martinez.

OS ESPORTIVOS:

Camaro by Chevrolet...

Chevrolet Camaro SS, 1967

Ford Maverick GT, 1974

Ford Mustang Coupe, 1966

VW Karmann Ghia, 1974 (alemão)

Afinal, Stingray se escreve junto ou separado?

Chevrolet Corvette Sting Ray, 1964

Elimine a chatice automobilística com o Cougar!

Mercury Cougar Eliminator, 1970

Minha marca italiana preferida...

Alfa Romeo GTA, 1970

Alguém ainda se lembra da Bianco?

Bianco S, 1978

Fusca 1600S, 1975 (Bizorrão)

AS BARCAS (FULL-SIZES):

Chevrolet Caprice LTZ, 1993

Ford Galaxie 500, 1968 (brasileiro)

Buick Electra 225, 1959

SLIDES:

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